A maioria dos investimentos em renda fixa sofre a tributação do Imposto de Renda em seu rendimento. Essa cobrança segue a tabela regressiva do IR, ou seja, quanto maior o tempo do investimento, menos é cobrado. Confira:

Até 180 dias (6 meses) - alíquota de 22,5%
Entre 181 e 360 dias (6 meses e 1 ano) - alíquota de 20%
Entre 361 e 720 dias (1 ano e 2 anos) - alíquota de 17,5%
Acima de 721 dias (2 anos) - alíquota de 15%

Essa tabela é usada para cobrança do IR em títulos do Tesouro Direto, CDBs, LCs, debêntures, fundos de renda fixa e muitos outros. Vale lembrar que LCI e LCA são isentas da cobrança.

Outro imposto que também é cobrado é o Imposto sobre Operações Financeiras, o famoso IOF. Ele é cobrado em investimentos realizados e resgatados em um prazo inferior a 30 dias (como se fosse uma "multa").

As alíquotas começam em 99%, para aplicações resgatadas no dia seguinte ao do investimento e no 30º dia, a alíquota cai para zero. Por isso é importante se planejar para nunca deixar o dinheiro investido por menos de 30 dias!

Tanto a cobrança do IR quanto a cobrança do IOF são feitas sobre o rendimento da aplicação - nunca sobre o valor total. 

Também é importante dizer que o investidor não precisa ter dor de cabeça para pagar esses impostos. Ao fazer o resgate, a própria instituição financeira recolhe os valores correspondentes. 

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